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Robert Pattinson: de vampiro brilhoso a possível Batman

O Batman de Ben Affleck não existe mais, o que já era especulado, agora foi confirmado. Infelizmente essa nova faceta do morcegão não terá a sua chance solo nos cinemas, mesmo não sabendo mais se isso seria bom ou ruim.

Agora a capa do morcego está vazia. Mas quem seria a escolha certa para herdar a capa de orelhas pontudas? O diretor Mat Reeves quer contar a sua história com um Batman mais jovem, algo entre os 20 e 30 anos, bem no início da sua luta contra o crime.

Vários nomes surgiram, mas um chamou a atenção e gerou polêmica, Robert Pattinson, o outrora (e ainda) ator conhecido pelo vampiro de glitter da Saga Crespúsculo. Apesar desse seu passado que todos fazem questão de lembrar (criticar e jogar na cara dele), Pattinson tem cada vez mais tem mostrado sua evolução como ator.


Logo que seus grilhões foram quebrados com a saga vampiresca, ele fez questão de se aventurar em papéis fora da sua zona de conforto. Trabalhando com diretores renomados ou mesmo optando também pelo cinema independente.

Essa sua fase que dura até hoje e tem lapidado o talento do ator, fazendo dele um artista mais versátil e queira você admitir ou não, um possível novo cruzado de capa. Fisicamente ele tem uma boa cara de menino rico, porém também tem a cara de menino doido que o Bruce/Batman precisa.

O ator adicionaria uma visão que até hoje não temos do morcegão nas telonas, esguio (não magrelo) fisicamente e não um armário de dez portas como sempre vemos. Isso ajudaria a criar um ponto de vista interessante, onde o seu intelecto, preparo e seu lado detetivesco enfim teriam um destaque maior.

Ainda não existe nada confirmado, ou mesmo a possibilidade de Pattinson ser um possível candidato, mas seria interessante ver o vampiro brilhoso e constipado se tornar o cavaleiro das trevas.

The Batman  de Mat Reeves chegará aos cinemas no dia 25 de junho de 2021.


O dia em que o Chico Bento deu esperança ao Superman



Maurício de Sousa é o criador de um dos pilares da cultura pop nacional, a Turma da Mônica. Essa galerinha do Bairro do Limoeiro participou e participa da infância de gerações, praticamente desde que o seu autor chegou por aqui junto de Pedro Alvares Cabral.

Durante todo esse tempo a turma evoluiu, ganhou novos personagens, cresceu, virou mangá e tudo mais que poderia ser feito. Mas no fim de 2018 eles deram mais um passo e fizeram um crossover até antes nunca imaginado, durante algumas edições a Turma da Mônica se encontraria com a Liga da Justiça.

Dessa vez nada de Superomão e outras paródias, eram realmente os super-heróis da DC dividindo os quadrinhos com Cebolinha e companhia. O acontecimento em si foi algo incrível e rendeu histórias carregadas de referências, mas uma delas foi mais longe e mexeu comigo.

Uma história chamada “Esperança”, publicada na revistinha do Chico Bento e com as ilustres presenças do Superman e da Mulher-Maravilha. É uma trama simples e carregada de inocência e como diz o título, cheia de esperança. A história não tem super vilões ou nada nesse sentido, na verdade ela fala muito mais com o lado Clark do que o lado Super do Azulão.



O roteiro é do Carlos Estefan, que merece meus parabéns e um abraço apertado, pela simplicidade e poder de fundir tão bem dois personagens como Chico Bento e Superman. É impressionante como a vida na fazenda pode ser um fator tão natural pra essa união.

Contar sobre a história pode tirar muito do que ela entrega e atrapalhar algumas surpresas, mas saiba que Superman e Mulher-Maravilha não tem tanto destaque nessa história, mas sim Clark e Diana.

O final é de uma simplicidade ímpar, mas entrega e nos ensina tanto sobre essa coisinha chamada esperança. E não vou mentir, fez esse que vos escreve chorar.

Aprendi a ler com o gibi do Chico Bento e sou fã do Superman e do seu conceito de heroísmo, considerado por muitos datado. Só por isso foi muito bom ler algo dos dois juntos e redescobrir porque eles são grandes personagens.

Eles nos dão esperança.

Qual a chance do novo Aladdin da Disney ser bom?

A Disney quando não está comprando os seus concorrentes, também faz filmes. E nos últimos anos ela resolveu REapresentar os seus clássicos para uma nova geração. Sai a animação que os fizeram tão clássicos e entra o live-action, com atores reais e um novo verniz politicamente correto.

Nem todas as produções se destacam, mas em geral são divertidas e o mais importante, enchem de dinheiro o short vermelho de botões amarelos do camundongo Valdisnei.

Em 2019 teremos três exemplos desses filmes, o primeiro é Dumbo que pode ser o reencontro do diretor Tim Burton com tempos mais simples; outro é O Rei Leão, que com UM fucking teaser fez o mundo marejar os olhos e será dirigido por John Fraveu, que também fez o filme do Mogli; o terceiro é Aladdin, dirigido por Guy Ritche, e o motivo desse texto existir.

Sendo bem sincero, apesar de amar a animação original, nunca tive um pingo de esperança nessa nova versão da história. Pra mim, parece tudo fora de prumo, mas bem que poderia ser só pirraça minha, afinal eu não tinha visto nada ainda. Mas aí algo mudou, as primeiras imagens e vídeos começaram a sair, e sinceramente meu desespero só cresceu.

         

 Algumas coisas são até bem interessantes, o estilo meio Bollywood pode ser um bom caminho pra adaptação, mas mesmo assim me vem o sentimento de que pode ser um spin-off de Once Upon a Time, ou pior, parecer uma novela bíblica da Record.



O ator Mena Massoud que faz o Aladdin parece ter saído de Malhação e está longe da malícia e carisma do original. A nova Jasmine, a atriz Naomi Scott é linda e muito talentosa, mas parece estar apática e ainda não saber onde se meteu.

E temos ele, o cara que reinventou o Sherlock Holmes no cinema com o Robert “Homem de Ferro” Downey Jr. , Guy Ritche. Um diretor que tem uma assinatura e que sinceramente ao meu ver não faz o menor sentido na produção. Seu último filme Rei Arthur é super afetado e foi vítima de todas os suas manias. Já consigo imaginar o Aladdin fugindo dos guardas pelas ruas de Agrabah com aquela câmera nervosa e tremida típica do diretor, com intervalos do mais puro slow motion.



Não, eu não me esqueci, vamos sim falar do Gênio interpretado pelo Will Smith. Com certeza ele não deu uma de um maluco no pedaço e sabia muito bem onde estava entrando quando aceitou o cheque para esse papel. Robin Williams praticamente roubou a cena na animação original emprestando todo o seu talento e levando a história a outro nível. Will Smith é capaz disso? Claro que ele é, mas não sabemos se ele quer fazer isso.

Já fazia um tempo que o ator estava em uma batalha pra conseguir levar o careca dourado pra casa, escolhendo vários papéis dramáticos para alcançar isso. Só recentemente que ele parece ter voltado a se divertir fazendo cinema, sendo o filme do Aladdin a oportunidade perfeita pra ele mostrar o caminhão de carisma que ele tem. Não quero que ele copie o saudoso Robin Williams, apenas que mostre que ele pode ser tão bom quanto e seguindo a essência do personagem.

Já em relação ao visual dele… Bom, gênios não existem o que torna difícil ele parecer tãaaaaao real quanto deveria ser, por mais que a comparação com um avatar seja tentadora, não é o melhor caminho. Apesar de não gostar muito das escolhas visuais referentes ao gênio, o fato dele ser azul já me faz um pouco feliz.


Não podemos afirmar que o filme será ruim sem nem ter assistido, afinal pode dar muito certo.

E também muito errado. ;p

Mas tomara que esse filme dê certo, nem que pra isso tenha que usar os três desejos da lâmpada mágica.

Aladdin chega aos cinemas dia 23 de maio.

Os X-Men de Morrisson no Universo Cinematográfico da Marvel


O título pode ser escandaloso e um tanto dramático, assim como o roteirista que aparece nele, mas uma coisa é certa, a fase do escocês careca frente aos filhos do átomo pode ser uma nova possibilidade de abordagem para eles no cinema sob a tutela do Marvel Studios.

O camundongo Waldisney continua com os seus planos de dominação mundial, a compra da Fox já está praticamente fechada, dezenas de franquias vão pra dentro do castelo da cinderela, inclusive os X-Men.

É notório que a Fox viu muito potencial na franquia mutante, mas isso não foi garantia de boas adaptações. Mesmo assim, devemos agradecer ao sucesso do primeiro filme dos x-men lá nos distantes ANOSDOISMIL.

Aos trancos e barrancos os mutantes conseguiram o seu espaço na telona, apesar disso a franquia se desgastou muito rápido, tendo poucos momento relevantes,se distanciando bastante do seu material de origem e perdendo parte da sua essência.

Voltando a época do lançamento do primeiro filme, nesse tempo os mutantes ainda colhiam os louros de uma fase bem intensa nos quadrinhos dos anos 1990 e claro, a série animada que apresentou os mutantes para uma nova geração de crianças sedentas. Apesar do sucesso, no início dos anos 2000 Ciclope e companhia amargavam uma fase morna nos quadrinhos que vivia de requentar o passado.


Eis que chega ele, o escocês maluco.

Vindo de uma ótima fase na Distinta Concorrência, Grant Morrison recebeu carta branca para revitalizar os mutantes e trazê-los para um novo século. Bom ou não, foi justamente isso que ele fez. Morrison chegou com os dois pés na porta, virando o Instituto Xavier de cabeça pra baixo e fazendo algo realmente novo e divertidamente diferente.

Com uma pegada de ficção científica, finalmente vimos a escola para jovens superdotados ser realmente uma ESCOLA. Vislumbramos os Homo Superior como a evolução natural da espécie, o genocídio mutante e os X-Men menos reativos e mais ativos quanto a questão mutante. Pudemos também conhecer uma das maiores e melhores vilãs dos mutantes, Cassandra Nova. A fase pode não ter sido finalizada tão bem quanto se iniciou, mas com certeza influencia até hoje os quadrinhos mutantes.


A possibilidade de uma nova versão dos filhos do átomo no cinema, agora sob as asas do Marvel Studios pode ser justamente a chance da equipe de Morrison ganhar vida fora dos quadrinhos. A série seria uma fonte cheia de possibilidades para o cinema, oferecendo um caminho muito interessante para os X-Men, assim como uma aproximação mais confortável para o universo marvel já criado nos cinemas.

Esteticamente a série pode destoar da fase clássica tão conhecida dos X-Men, mas em essência é a mesma. Os mutantes continuam sendo temidos e odiados/adorados e tendo na Escola do Xavier careca um refúgio, mesmo a Mansão X sendo destruída dia sim e outro também. Morrison ainda retomou o sentimento de família disfuncional da equipe e trabalhando os mais diversos relacionamentos na equipe e nos personagens a sua volta.


Essa nova roupagem seria bem interessante e distante do que já foi feito, sem nunca esquecer da pegada épica da equipe, mas trazendo pra um contexto mais íntimo e próximo, assim como foi feito nos quadrinhos.

Com os direitos dos X-Men de volta ao Marvel Studios, podemos esperar um futuro brilhante para os filhos do átomo, refletido ou não da careca de Grant Morrison.

Os Incríveis 2 prefere ser mais emocional do que original e por mim ok ;)




Em 2004 o cinema de super-heróis ainda engatinhava, tínhamos o Homem-Aranha de Sam Raimi e os X-Men de Bryan Singer. Mas também existia um dos melhores exemplares desse nicho até hoje, o melhor filme do Quarteto Fantástico, também conhecido como "Os Incríveis".

O filme foi sucesso de público e crítica e ajudou a consolidar a era de ouro da Pixar, apesar do desempenho (desculpem o trocadilho) incrível o filme não ganhou uma continuação logo de imediato. E olha que o filme termina deixando a gente com aquele gostinho de quero mais.

Porém nada de uma continuação, pelo menos até agora, precisamente CATORZE ANOS depois.

A espera foi muita, mas devo dizer que valeu muito a pena, no momento que o OI2 começa você volta diretamente para 2004 quando ainda era uma criança. Simples assim e tão bom quanto.

Pra ajudar nessa sensação, o filme já começa imediatamente de onde o primeiro parou e responde aquela dúvida que nos importunava há muito tempo, o que aconteceu depois que o Escavador apareceu?

Além de sabermos o que aconteceu, isso já desencadeia todo o plot do filme, de maneira super orgânica e com ação de encher os olhos.

A família Pera (que me desculpem os puristas, mas essa adaptação é maravilhosa) continuam deslocados depois do primeiro filme, sobre assumir suas vidas normais ou voltar a ativa no ramo do super heroísmo. Assim eles são apresentados a um milionário querendo trazer a era de ouro dos encapuzados de volta. Só que dessa vez, quem toma a frente é a Mulher-Elástica, e vou dizer QUE MULHER F*DA!

E é aí que está o trunfo de "Os Incríveis 2" as inversões de papéis dentro da família, a Mulher-Elástica parte pra ação e o Sr. Incrível vai perceber que ser pai e cuidar dos filhos não é tão fácil quanto ele imagina. É impressionante como o filme tem um discurso pró-feminismo mas em momento algum soa panfletário. Apesar de toda a ação o que continua chamando a atenção são as relações entre cada um da família, seja na discussão na mesa de jantar ou em um telefonema.

Com tudo isso, percebemos que não é a qualidade técnica da animação que os deixam tão próximos de nós, mas sim os sentimentos que cada um expressam. Assim, vemos que como a nossa, nenhuma família é perfeita, nem que ela tenha super-poderes.

Não, eu não me esqueci deles. 
Como era de se esperar, Edna Moda e Gelado (agora com um tempinho a mais de tela) roubam a cena toda vez que aparecem, e sinceramente cada um merecia um filme.

Outro que tem seu espaço em tela aumentado é o Zezé, é impressionante como ele vai de coisinha mais fofa até o filho do capeta. A cena dele com o guaxinim no quintal apresentando os seus novos poderes, vale todo o filme.

A trama pode sim não ser lá das mais originais, mas é totalmente carregada de coração e emoção, realmente como um família tem que ser, tendo ela poderes ou não.

Os Incríveis voltaram e vou te dizer uma coisa, eles continuam INCRÍVEIS!

Oito Mulheres e Um Segredo (E uma verdade)


Se você achou que George Clooney não tinha mais segredos, se prepare para mais um. Ele tem uma irmã, é a Sandra Bullock e assim como ele, gosta de praticar roubos impossíveis acompanhada da sua turminha.


Na trama, após sair da prisão, Debbie Ocean (Sandra Bullock, nossa eterna Miss Simpatia) planeja fazer o assalto do século no Met Gala, em Nova York. Assim como o Ocean anterior Debby irá reunir uma equipe composta por mulheres espetaculares, cada uma com habilidades peculiares. Temos assim Anne Hathaway, Mindy Kaling, Sarah Paulson, Awkwafina, Rihanna, Helena Bonham Carter e Cate Blanchett, que acredito eu, conseguirá roubar não só um colar milionário, mas também todo o filme para ela.

Depois da primeira trilogia de filmes com vários homens e muitos segredos, a Warner viu que era a chance de reacender a franquia (e revelar mais um segredo :P), mas dessa vez com as mulheres no holofote. Sem intenção de ser um reset, reboot ou nada disso o filme já estabelece o laço de sangue entre os dois protagonistas e joga a Personagem de Sandra na cadeia já pra explicar todo o tempo longe do irmão.

Apesar de inicialmente todos verem que essa é só uma versão feminina de Onze Homens e Um Segredo, vamos logo tirar esse elefante da sala. Primeiramente filmes não devem ser levados em conta pelo gênero, raça ou qualquer outra coisa, esqueçam isso. Filmes tem que ter boas histórias e ponto. Agora, se você acha que só homens podem roubar, caçar fantasmas, chutar bundas ou empunhar sabres de luz, por favor saia desse blog agora.

Todos podem fazer qualquer coisa independente de qualquer coisa, só se dê uma chance. Sendo assim há uma grande chance de você não gostar desse filme, assim como também há uma grande chance de você gostar. ok?



O trailer divulgado é uma delícia, tem uma Sandra Bullock cínica e tranquila mostrando que ela está sim no comando. Uma Cate Blanchett porr@ louca que é motoqueira (algo que realmente vale um ingresso de cinema). Sem falar do resto do elenco que aparentemente tem um motivo ou talento para estar lá. Podemos esperar algumas participações especiais da trilogia anterior, Matt Damon já foi confirmado. Mas nada me tira da cabeça que talvez George Clooney também apareça pra um pontinha com o seu charme do tamanho de uma montanha.

Momento especulação: em um frame do trailer Debby aparece tomando um drink em frente ao túmulo do seu irmão, cena bem final de filme. O que me é estranho é que tem um drink sobrando na cena. Não acharia nem um pouco estranho se ele aparecesse mostrando que não bateu as botas sugerindo uma continuação com todo mundo junto. Algo tipo "Varias Mulheres e Homens e Mais Segredos". - Fim do Momento Especulação.

Apesar de querer que o filme fosse dirigido por uma mulher, ele ficou a cargo de Gary Ross que dirigiu Jogos Vorazes, ou seja ele já deu conta de uma mulher f*da, então esperemos que ele dê conta de oito. Já o roteiro fica por conta de Olivia Milch em parceria com Gary.

A estreia está prevista para 8 de junho de 2018.

Vingadores Guerra Infinita - Finalmente os Vingadores tem uma trilha pra chamar de sua (e é a mesma)

Finalmente depois de séculos de espera o trailer de Vingadores: Guerra Infinita foi liberado, deixando a internet em alvoroço e molhando a cueca de vários marvetes.

Trazendo uma cacetada de frases de efeito e cenas de arrepiar os cabelinhos do braço, mas não só isso, outra coisa que também chamou a atenção foi a trilha sonora do trailer. Ela deu o tom épico e ainda toda a escala de destruição e ameaça que o cabeça de beterraba Thanos representa. Mas de onde veio essa trilha fantástica, você me pergunta. Direto de 2012, mais especificamente do primeiro filme do grupo de heróis vingativos.

Quem compôs o tema dos Vingadores foi Alan Silvestri, até então um novato que só tinha feito a trilha de Capitão América: O Primeiro Vingador. Porém, logo na sequência com o robô maluco Ultron, Silvestri foi chutado para fora da Torre Stark tendo o lugar ocupado por Danny Elfman.

 

A fórmula Marvel nos cinemas pode funcionar e encher os bolsos do calção vermelho de botões amarelo do Mickey, mas ela não está imune a defeitos, um desses é a sua trilha sonora. Os filmes da Marvel não são famosos por temas marcantes, me diga agora, você consegue cantarolar o tema do primeiro filme do Thor? Pois é, nem você nem ninguém! Muitos acusam que as trilhas seguem o famoso arroz com feijão, sendo felizes nas horas de piada e triste/violinos para cenas mais emocionais. Nada além disso.

Maaaaaaaas... Se analisarmos esse sub-gênero de filmes com super-heróis, recentemente não tivemos nenhuma trilha que seja também super e que você tenha vontade de colocar na playlist do celular. A única que me lembro e EU realmente gosto é a trilha da Mulher-Maravilha, que só de começar a tocar aqueles tambores e guitarras já me dá vontade colocar um corpete, uma espada e sair pelo mundo com o meu cavalo.

 

Apesar que depois de Guardiões da Galáxia ter chegado chutando a porta fazendo uma das melhores trilhas do universo, isso ajudou a Marvel a tomar outros caminhos, mesmo que devagar. Isso pode ser visto na trilha do Thor: Ragnarok que se distanciou de tudo o que tinha feito antes seguindo por um caminho oitentista e abusando dos sintetizadores.

A questão é que com esse novo trailer a Marvel Estúdios mostrou o potencial que tinha nas mãos e convocaram Silvestri novamente para fazer parte da turma. Assim, nessa nova versão a trilha ganhou um tom de urgência usando um grave mais profundo e dando o tom épico necessário, sem falar do crescimento bem marcado dando toda dramaticidade e sobriedade necessária. Afinal Thanos depois de 10 anos cozinhando em banho-maria chegou e a porr@ ficou séria.

Essa trilha pode não ser a do Superman de John Willians, mas com certeza agora é a dos Vingadores.

 

Thor Ragnarok - A queda dos deuses e a ascensão das mulheres na Marvel

O Ragnarok dos deuses nórdicos chegou no Universo da Marvel nos cinemas e claro, seguindo a fórmula da Casa das Ideias o apocalipse viking nunca foi tão divertido. Apesar da graça ele é sim o fim de uma fase, seja ele para o Deus do Trovão ou para o Marvelverse.

É impressionante como o terceiro capítulo solo do Odinson na telona dá um grande foda-se para o que veio antes e mesmo assim consegue  enriquecer esse universo que pode sim  ser do caralho e uma hora ou outra "respeitar" o que já foi feito.

Essa nova aventura chuta para os cafundós dos noves reinos Jane Foster e seu insosso romance com o Thor, toda empáfia que ele tinha e com certeza toda pretensão de ser uma nova aventura na Terra Média. E nos apresenta uma comédia de aventura extremamente divertida para se tornar um clássico da Sessão da Tarde, digo isso no melhor sentido. Fora, que apresenta um novo caminho para as mulheres nesse universo agora muito mais rico, e do melhor jeito possível, com uma ótima heroína e enfim uma vilã.

Sim, finalmente o universo Marvel teve a sua primeira vilã, digo isso tendo a personagem como a principal ameaça da história, e sem demérito a Ayesha de Guardiões da Galáxia 2 e Maya Hansen de Homem de Ferro 3, que dizem as línguas poderia ter sido a grande vilã da história e até o Mandarim, mas aí a Marvel  resolveu que isso seria demais... Bom, continuemos!


A Hela da película é bem diferente dos quadrinhos, a única coisa que sobrou foi basicamente o visual (que tá duca), mas isso não me afetou já que a adaptação foi até bem interessante e a personagem tem como interprete a oscarizada, talentosa, maravilhosa e perfeita no papel, Cate Blanchett. É visível que ela está se divertindo no papel, consegue roubar cada cena em que aparece e ser responsável pelo maior número de mortes já vistas em um filme da Marvel. Tudo isso acompanhada de uma voz empostada, uma canastrice deliciosa e totalmente funcional para o papel, ela pode não ser o melhor vilão marvete, mas com certeza cravou uma dessas espadas que ela tira do nada no coração deste que vos fala.

Agora abram alas para a Valquíria de Tessa Thompson, que com certeza é uma das melhores personagens recentes deste universo e consegue como uma verdadeira viking (até mesmo mais que o próprio Thor) pilhar para si cada cena desde o primeiro momento em que aparece. Finalmente temos uma heroína linda, PODEROSA e com carisma aos baldes. A Agente Carter e Viúva Negra que me desculpem, mas agora quem merece um filme solo é essa mulher, mas se ela quiser chamar vocês para a festa, pode apostar que não irei reclamar.

Taika Waititi pode ter sido a escolha mais estranha para dirigir Thor Ragnarok, mas se mostrou com certeza a mais acertada. Sua visão trouxe um respiro a esse universo, deu dignidade e um propósito ao Thor, mostrando o fim da sua jornada como apenas o começo de muito mais e o melhor, nos deu uma vilã maravilhosa e um heroína que a Marvel achou que não precisava. Isso por mais simples e singelo que seja, abre um  novo caminho para as mulheres na Casa das Ideias.

Que venha a Capitã Marvel! E quem sabe um filme pra Viúva também.





Mulher-Maravilha: O cinema enfim aprende o que é heroísmo

Mulher-Maravilha, com o perdão da palavra, é uma filme maravilhoso, ele chega em tempos onde nunca a diversidade foi tão importante e trazendo uma mensagem pura de heroísmo.
Não a de querer ser herói porque você nasceu com algum poder mutante, foi picado por qualquer animal radioativo ou simplesmente é rico. Mas heroísmo como consequência de querer fazer o bem, por ele simplesmente ser o caminho certo.

O filme não é carente de defeitos, principalmente os problemas que me fizeram contorcer no terceiro ato. Mas é tão bom ver que apesar deles existirem, eles não apagam a maravilhosa experiência que esse filme proporciona. Ele é sim um filme de origem no sentido mais literal da palavra e quer saber? Foda-se, ele faz isso muito bem.

É possível ver os dedíneos de Zack Snyder no filme, mas o que ele tem de melhor é feito por Patty Jenkins, fazendo da diretora, a escolha certa sim para  esse filme. Ela mostra uma visão única, sensível e sútil sem ser panfletária do feminismo, mas de estremo equilíbrio na maioria da parte do filme. Afinal mais do que nunca, feminismo é igualdade.

Chris Pine devo dizer calou a minha boca, ele está perfeito no papel do capitão Steve Trevor e formando uma química absurda com a protagonista. Os vilões de Danny Huston e Elena Anaya não surpreendem mas são ótimas ferramentas para o desenvolvimento da história. Me recuso a esquecer Lucy Davis como Etta e Saïd Taghmaoui como Sameer, dois sopros de frescor na história.

Mas os louros realmente vão para Gal Gadot, depois da moça ser alvos de crítica e ter sido condenada como a pior escolha para o papel, ela mostra que nasceu para ser a Mulher-Maravilha. Não bastasse ter sido uma das melhores coisas de Batman vs Superman, ela mostra tamanha simpatia, galhardia e talento que chega chutando a porta do nosso coração e conquistando lugar cativo nele. Sua interpretação é intensa e ao mesmo tempo sutil, mistura inocência e ativismo na dose certa, conquistando todas a sua volta com um sorriso terrivelmente doce e recheado de esperança. Assim como Christopher Reeve é o Superman e Robert Downey Jr.  é o Homem de Ferro. Gal Gadot é Diana, Princesa de Themyscira, filha de Hipólita, Rainha das Amazonas e a Mulher-maravilha.

É impressionante ver como demorou mais de sete décadas para uma das maiores super-heroínas do mundo ganhar a tela grande. Mas esse momento chegou e veio em tão boa hora, ele não veio apenas salvar o Universo da DC no cinemas, mas sim todos nós.
Apenas vejam Mulher-Maravilha.

Aqui de volta e outra vez!

Eu voltei, dessa vez para ficar!
É impressionante como as vezes percebemos as coisas tarde demais. O Cumbucão sempre foi para mim mais que um blog, era um amigo de desabafo, sempre estava lá quando eu mais precisava, desde o início.

Mais que um blog, o Cumbucão nasceu para eu ter voz onde eu não achava que teria, tinha acabado de ir para uma cidade nova, sozinho pra dar início a uma nova etapa da minha vida, a minha faculdade.

O tempo passou, eu mudei e o Cumbucão também, infelizmente conforme as minhas responsabilidade aumentavam, mais eu me afastava desse blog que sempre foi o meu parceiro. Me afastei tanto, que infelizmente acabamos perdendo contato. Apesar disso ele sempre surgia, meus amigos continuavam perguntando por ele. Isso no começo me irritava já que mostrava a minha incapacidade de tê-lo ainda comigo, até que recentemente eu percebi o quão idiota estava sendo. Isso mudou e eu estou escrevendo para provar isso.

Voltei para o Cumbucão e ele me recebeu como da primeira vez, pronto para uma nova jornada. E é essa a palavra, "novo", vou mudar um pouco as coisas por aqui, o blog não será mais focado em informar diariamente tudo de principal que acontece no mundo pop, agora nós vamos conversar.

O novo Cumbucão vai ser o canal de estravazar a minha opinião, continuo amando Quadrinhos e apaixonado por Cinema, mas não quero só falar só disso, quero poder falar do que eu quiser, assim como eu quis lá no início.

Então é isso, que venha um novo Cumbucão! E assim como eu você, Abra a Cabeça e encha a cumbuca!

Independence Day – O Ressurgimento, o retorno de Roland Emmerich a destruição... da Terra

Roland Emmerich está de volta e com ele trazendo o que sabe fazer de melhor, a destruição de alguma coisa, no caso a Terra. O filme em questão é Independence Day – O Ressurgimento (Independence Day – Ressurgence), a continuação do clássico dos anos 90, que era um desejo antigo do diretor, mas que demorou muito a sair do papel, mas que enfim saiu e ao que parece é o segundo de TRÊS. Se você ainda não viu ainda, dá logo o play:



Apesar da atual onda, o trailer não mostra muita coisa, o que é ótimo, já que ultimamente os trailers são versões resumidas de TODO o filme e não deixam qualquer surpresa para vermos na telona. No vídeo temos um vislumbre de que a nossa vitória no filme anterior foi só parte uma guerra maior do que a gente imaginava.

Claro que talvez a história seja só o que tem no trailer, ainda mais se tratando do Senhor Emmerich, mas devo confessar que gosto bastando do primeiro filme, tendo inclusive uma memória afetiva com ele.

O lado positivo da nova produção é o retorno de praticamente todos os protagonistas do anterior, menos Will Smith que por conflitos de agenda e a vontade de ganhar um Oscar, ficou de fora. E para explicar a sua ausência, simplesmente o mataram. #achojusto

Em relação ao que podemos esperar da trama, imagino que deve ser a mesma história de antes, mas segundo informações ainda não confirmadas podemos ver algo diferente. Dizem que os aliens do primeiro filme vieram para o nosso planeta fugindo de algo maior do que eles, e esse algo maior nos alcançou, ou seja, f*deu de novo!

Isso pode ser verdade, mas bate de frente com a explicação de eternos nômades insaciáveis que iam de planeta em planeta dada no primeiro filme.

Algo legal a se notar é que assimilamos a tecnologia deixada pelos ETs depois da primeira invasão, isso gerou um visual bem interessante e pode criar um plot de história bem interessante para o filme.

O chato continua sendo a velha mania de colocar Emmerich em colocar 958425 personagens no filme para mostrar os diversos lados do “drama” e que morrerão conforme o filme avança e nem nos importaremos. O importante é que temos Jeff Goldblum de volta!

Independence Day – O Ressurgimento entra para um briga feia ano que vem, já que 2016 parece ter 50 super lançamentos em cada mês. E mais ainda, criar uma ponte com o filme anterior e apresentar esse universo pra quem nem tinha nascido naquela época!

Eu sinceramente espero o melhor e que a Terra dure até lá!

X-Men: Apocalipse, filme teve primeiro trailer divulgado


Depois de muita enrolação e pra aproveitar a onda de trailers que nos assola, a Fox como prometeu liberou o trailer de X-Men: Apocalipse. No vídeo temos Apocalipse gigante, destruição mundial e finalmente o Xavier careca:



"Desde o início da civilização, ele foi adorado como um Deus. Apocalipse, o mutante mais poderso do Universo X-Men, acumulou o poder de vários outros mutantes, tornando-se imortal e invencível. Quando acorda depois de milhares de anos, ele fica desiludido com o mundo atual e recruta um time de mutantes poderosos, incluindo um desencorajado Magneto (Michael Fassbender), para acabar com a raça humana e criar uma nova ordem mundial, sob o qual ele reinará. Com o destino da Terra por um fio, Mística (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor X (James McAvoy) vai liderar um grupo de jovens X-Men para interromper a extinção e salvar a humanidade da destruição".

X-Men: Apocalipse vai se passar em 1983 e terá o retorno da maioria da patota dos filmes anteriores, Fera (Nicholas Hoult) e Mercúrio (Evan Peters).Oscar Isaac será o (cospobre) vilão Apocalipse e Rose Byrne voltará como Moira MacTaggert. Ciclope (Tye Sheridan), Tempestade (Alexandra Shipp) e Jean Grey (Sophie Turner) aparecerão nas suas versões jovens. Lana Condor será Jubileu e Olivia Munn interpretará Psylocke. O filme também pode contar com a participação de Halle Berry (Tempestade).

O filme chegará aos cinemas em 27 de maio de 2016.

Princesas Disney encarnam signos do Zodíaco!

As princesas Disney fazem parte do imaginário de muitas pessoas e sempre são lembradas pelos seus contos mágicos, divertidos, magistralmente animados pela Disney. Com isso em mãos a artista Grodansnagel escolheu as princesas para retratar cada signo do zodíaco de acordo com a personalidade de cada uma! E aí, qual é o seu signo e princesa?





Fonte: Publistagran

O Ferro, o Aço e o início da Marvel e da DC nos cinemas


É engraçado notar que os títulos dos dois filmes que iniciam o universo da DC e da Marvel nos cinemas possuem nomes metálicos (curiosidade essa que originou este post) tornando ainda mais visível que ambos bebem da mesma fonte, apesar de seguirem por caminhos diferentes. É válido também notar que “O” primeiro super-herói criado e outro até então desconhecido marcam o início dos universos cinematográficos das duas maiores editoras de quadrinhos do mundo, Marvel e DC.

Antes de adentrar mais no assunto, venho deixar claro que sou fã de ambas as editoras e aprecio os heróis das duas e por incrível que pareça eu vivo bem com isso, feito isso, espero evitar tsunamis de mimimi.

Ressalvas feitas, vamos adiante!

Mas antes voltemos um pouco no tempo, depois de uma crise de proporções épicas a Marvel se viu obrigada a se desfazer de suas principais franquias para outros estúdios no final dos anos 1990. Conseguindo se reerguer na metade dos anos 2000 a Casa das Idéias resolveu se arriscar montando o seu próprio estúdio e utilizar o acervo dos heróis que tinha sobrado sobre suas asas, assim tivemos em 2008, Homem de Ferro, um início modesto, mas extremamente interessante para a Marvel nos cinemas.

Do outro lado, a DC, sobre as asas da Warner nunca teve o seu universo bem explorado nos cinemas, sendo suas adaptações de maior sucesso baseadas em dois medalhões dos quadrinhos, Superman e Batman. O primeiro o precursor das adaptações (de sucesso) da era moderna com o Superman de Christopher Reeve. E o Batman, que nunca saiu de linha, teve o belo de um recomeço com a sua última trilogia feita pelo inoxidável Christopher Nolan.

O FERRO...

Homem de Ferro se mostrou um começo promissor para a Marvel Studios, afinal, quem melhor para controlar super-heróis com décadas de tradição, do que seus responsáveis criativos? Mas isso foi além, garantindo às versões das telas a mesma qualidade dos gibis.

Porém a Marvel foi precavida, ela sabia que não podia arriscar reinventando a roda, mas mostrou hombridade em tentar fazer a roda mais redonda que conseguiria, e isso deu certo. Assim conseguiu definir logo de cara quem era Tony Stark, um bilionário da indústria bélica que não é um herói no sentido convencional da palavra e age visando o reconhecimento, alimentando seu ego e não por altruísmo.

Stark é um vencedor, um cientista, um conquistador e, principalmente, alguém dificílimo de se relacionar. Apresentar alguém com essa personalidade como um herói seria uma tarefa difícil para qualquer ator, mas que se mostra um dos maiores acertos do filme ao trazer novamente ao estrelato o showman também conhecido como Robert Downey Jr. para o papel.

Vindo de uma carreira de altos e baixos, o ator exibe aqui todo o seu vigor e talento se mostrando um titã insaciável em cada momento de cena. Sorte que o restante do elenco é competente, incluindo uma contida e adorável Gwyneth Paltrow, um empolgado Terrence Howard e um sólido, afável e canastrão (não que isso seja ruim) Jeff Bridges.

Mostrando muito bem aonde já queria chegar a Marvel Studios descarrega uma avalanche de referências. Por todo o filme temos um vislumbre do futuro que poderíamos ver, como o Máquina de Combate, o nascimento da S.H.I.E.L.D., e muitos outras que só olhos aguçados de fãs podem pescar, mas que não comprometem o entendimento de quem não é.

O AÇO...

Agora voltemos os olhos para o eterno escoteiro de cueca por cima da calça.

Superman teve uma jornada difícil nas telonas. Depois dos dois primeiros filmes com Christopher Reeve que são aclamados até hoje, as outras duas continuações foram constrangedoras. Tentando mudar isso veio Bryan Singer (o mesmo de X-Men 1 e 2) e fez um incompreendido filme-homenagem (que eu gosto e vou defender futuramente em um post) que desagradou à maioria por não ter, em poucas palavras, PORRADA.

Passado o trauma e satisfeita com o sucesso da trilogia Cavaleiro das Trevas, a Warner Bros. chamou Christopher Nolan para produzir um novo recomeço nas telonas para o primeiro de todos os super-heróis, Nolan aceitou a missão, mas aqui não carregou a película de depressão e obscuridade como fez com Batman, mas deu aquele toque de realismo que sempre o interessou.

Na cadeira do diretor tivemos Zack Snyder, que com competência quis se distanciar do seu próprio estilo emulando vários outros, acertando nisso e nos dando aquilo que faltava. Zack nos deu o “quebra-pau”. Com seus takes mais longos e físicos, privilegiando o (tiro, porrada e bomba) impacto, colocou todo mundo pra brigar, não só Kal-El (Henry Cavill), como até seu pai, Joe-El, que deixa o jaleco de cientista de lado e vai pra voadora.

Mas Homem de Aço não é um filme de heróis comum, basicamente são dois filmes em um, temos cenas com alto teor emotivo seguidas de destruição de níveis colossais nunca antes vistos. Entre uma lágrima e uma explosão, há um filme sobre um homem em busca de sua própria identidade, em uma jornada de autoconhecimento, tendo como bagagem apenas os valores dos pais.

No filme também temos o reforço da comparação clássica a do messias, o ser enviado à Terra para guiar-nos, incompreendido e temido pelas forças vigentes. Nisso vemos mais um pouquinho do dedinho de Nolan e seu interesse pelas implicações filosóficas, sociais e religiosas da descoberta de que não estamos sozinhos no universo.

E não podemos esquecer de falar dele, Henry Cavill, sua interpretação de Clark Kent/Kal-El acerta em se distanciar de Christopher Reeve. Ele é seu próprio Superman, não tem a montanha de carisma de Downey Jr., mas tem convicção, certeza e talento em sua interpretação, sem se esquecer de tirar a camisa para o suspiro das moças. Outro que merece elogios é Michael Shannon, seu General Zod é obcecado e irredutível, apesar de ter suas razões para tal. Os dois seguram o filme, mas o que dá mesmo contorno é o elenco secundário. De um lado, Kevin Costner e Diane Lane. Do outro, Russel Crowe e Ayelet Zurer (Lara), cada um representando um conjunto moral que Superman necessitará para definir seu lugar. Amy Adams (sempre competente), como a jornalista investigativa Lois Lane.

Ao contrário da Marvel a Warner/DC ainda não via certo o seu futuro universo cinematográfico, assim criou um roteiro que funciona, mas que se mostra didático em vários momentos, se preocupando apenas na apresentação do Superman para uma nova geração.

A cena final deixa isso bem claro, mostrando que esse não é Super que conhecemos antes, mas um herói que mudou com o mundo sem se esquecer de seus principais valores. Suas referêcias ao restante do universo DC são bem sutis e bem rápidas, apesar disso O Homem de Aço, consegue entreter e divertir, nos instiga para sua continuação, mas não nos dá a oportunidade de vislumbrar o que pode estar por vir.

O FERRO E O AÇO

Comparando os dois filmes podemos ver que ambos ditaram e (vão ditar) o clima de seus sucessores, com a Marvel temos a carga realística implícita com uma abordagem mais fluída e divertida assumindo de cara sua missão de entreter. Diferente do Homem de aço que tem o mesmo universo realístico, porém mais sisudo e menos otimista. Ambos tem suas qualidades e seus defeitos, o que possibilitam criar uma bem-vinda diferenciação entre os dois universos.

Por mais incerto que fosse o futuro do Homem de Ferro nos cinemas, a Marvel não o lançou sem um planejamento, apesar dele não ter sido visto como o primeiro de um universo que estava por vir, ele conseguiu ter importância como parte e como inteiro.

Já o Homem de aço se mostrou um belo capítulo de apresentação de um grande super-herói, mas que terá um universo criado a volta de sua importância e acontecimentos, ambos mostram as diferenças de cada caminho e as possibilidades que os mesmo mostram (sendo a maioria promissora)…

A Marvel Studios vem acertando a cada ano fazendo apostas arriscadas e sem ter medo de levar o espírito dos quadrinhos ao cinema, talvez esse seja o que a DC precisa, já que ela se mostra pisando em ovos, com medo de outro trauma como foi Lanterna Verde, mas se mostra interessada em replicar o sucesso da concorrência, isso é visto na sua cautela ao jogar o seu próximo lançamento para 2016, evidenciando a sua necessidade de planejamento e acerto.

Seja DC ou Marvel as duas querem o nosso dinheiro (sim, esse é um mundo capitalista), mas é bom saber que elas tem noção de que para nos forçar a quebrar nossos cofrinhos e nos levarem ao cinema precisam nos agradar e fazerem e a lição de casa.

No fim, não interessa se são feitos de FERRO ou AÇO, filmes de super-heróis precisam ser bons.

Irmãs, comédia com Tina Fey e Amy Poehler ganhou trailer legendado


Irmãs é novo filme que reúne a dupla dinâmica Tina Fey e Amy Poehler, como irmãs (dah!). O filme com as duas ganhou o seu trailer legendado e pelo que podemos ver a farra é para todas as idades.
PS: A Fey dá um caldo!



Na trama as irmãs Maura e Jane descobrem que seus pais vão vender a casa onde elas sempre moraram desde pequenas. Nisso elas assumem a tarefa de esvaziar seus antigos quartos e como uma coisa leva a outra, as irmãs decidem dar uma grande festa de despedida. Nisso acontece muitas confusões com uma turminha do barulho, não necessariamente nesta ordem...

O filme tem direção de Jason Moore (A Escolha Perfeita) e estreia para dia 14 de janeiro de 2016.

O Tigre e o Dragão 2 teve poster e trailer divulgado pela Netflix



A Netflix ganhou mais um motivo para estar em nossos corações, ele liberou o poster e trailer de O Tigre e o Dragão 2.

Isso mesmo, o kung fu e todas aquelas lutas mentirosas que a gente gosta de ver estão de volta! Crouching Tiger Hidden Dragon: Sword of Destiny, é a continuação de O Tigre e o Dragão e se passa vinte anos depois do primeiro filme:



Na continuação quatro heróis das artes marciais - Lobo Silencioso, Yu Shu-Lien, Tie-Fang e Vaso de Neve - devem usar suas habilidades e coragem para proteger a lendária espada Destino Verde do vilão Hades Dai.

Pode ficar tranquilo que Michelle Yeoh e Zhang Ziyi retornam como Yu-Shu-Lien e Jen Yu, respectivamente. O roteiro ficou a cargo de John Fusco (O Reino Proibido) e Yuen Woo Ping é o diretor, Ping é famoso por coreografar lutas e cenas de ação de filmes em Hollywood, como Matrix.

Além dos cinemas, o filme estreia no Netflix em 26 de fevereiro de 2016.

Homem-Aranha entrou de vez para Universo Marvel nos cinemas! Sony e Marvel fecharam acordo! :D


Sim, aposto que assim como eu, você deve estar pulando (porque não, escalando) pelas paredes de alegria com essa notícia, não é pequeno marvete?

Depois de muito fofoca, picuinha, tiro porrada e bomba finalmente a novela teve um final feliz, a Marvel e a Sony entraram em um acordo sobre o nosso mais amado e querido, amigão da vizinhança!

Agora é oficial: o Cabeça-de-Teia faz parte do Universo Marvel nos Cinemas. (escrevendo isso com lagrimas pelos olhos e um sorriso bobo no rosto!) :D

Sobre o quê fica com quem:

A Sony Pictures ainda vai continuar financiando, distribuindo e possuindo os direitos e terá controle criativo, ou seja, ela ainda vai mandar em grande parte da p*$#@ toda, sobre tudo o que disser respeito aos filmes do Homem-Aranha.

Mas tá e aí o que tem de novo nisso então?

Calma muita dever ter pequeno padawan!

É inegável que o teioso é uma das maiores franquias da Sony, porém depois do execrável Homem-Aranha 3 e do recente reboot que não deu certo eles não sabiam mais o que fazer com nosso amigo aranhoso.

Então em um gesto de super humildade, instinto capitalista e por que não, agradar os fãs, um acordo foi feito! :D

E onde o Homem-Aranha entra nesse Universo Marvel já estabelecido nas telonas?

O fato dele já entrar, já é de se escorrer suor hétero pelos olhos. Mas vamos lá, primeiro o Teioso vai aparecer em algum filme do Universo Marvel (alguém aí pensou em Guerra Civil?).

DEPOIS, em 28 de Julho de 2017, ele ganha um novo filme só dele, que será produzido por Kevin Feige (o fodão da Marvel Studios) e Amy Pascal (que recentemente abandonou o posto de chefona da Sony pra assumir “outro cargo” lá dentro)


Eu sei que seu nível nerd deve estar tentando um momento orgásmico com o que eu já disse, mas ainda não é tudo meu pequeno aranhete maroto. O acordo ainda prevê a possibilidade de personagens do Universo Marvel fazerem uma ilustre visita aos filmes do Homem-Aranha que forem produzidos, sendo possível já vermos algo nesse que estreia em 2017.

“O Homem-Aranha tem mais de 50 anos de história no mundo Marvel, e com esse acordo, os fãs terão a experiência de ver o Homem-Aranha assumir seu lugar de direito dentro do Universo Marvel dos cinemas”, diz o comunicado publicado no site oficial da Marvel.

“Nós sempre quisemos trabalhar com os melhores e mais bem-sucedidos pra fazer nossas franquias crescerem e nossos personagens se desenvolverem. Marvel, Kevin Feige e Amy, que ajudou a orquestrar o acordo, são a equipe perfeita pra ajudar a produzir o novo capítulo do Homem-Aranha”, disse Michael Lynton, CEO da Sony Pictures Entertainment. “É a decisão correta pra franquia, pros negócios, pra Marvel e pros fãs”.

Ainda sobre como a peça Homem-Aranha vai interagir com Universo Marvel, só podemos especular.

É sempre bom lembrar que esse ano o Ultron vai colocar a equipe dos Vingadores no chão, obrigando ela a passar por uma mudança drástica e nesse$$ária…

(apesar que prefiro o Homem-Aranha agindo sozinho do quem em grupo!)

Mas fod@-se quem liga? A Marvel sabe o que faz e o que a gente queria aconteceu, a novela teve um final feliz e que essa nova que começa valha a pena!

É meus amigos, são bons tempos para os nerds! \o/

Lava | Novo curta da Pixar ganhou o primeiro clipe!


"Lava" é o próximo curta-metragem animado da Pixar, ele será apresentado antes das exibições do longa Inside Out. O curta que é será todo um musical ganhou o seu primeiro clipe que apresenta o vulcão Uku cantando uma linda canção (ou seja, já queremos assitir):



O curta, que é inteiro musical, apresenta Uku, um vulcão havaiano que vive no mar, século após século, cantando sobre o seu desejo de encontrar o amor. Ou, como ele mesmo chama, lava.


"Lava" é uma história de amor musical que se desenvolve por milhões de anos e mostrará a história de um vulcão que canta para expressar sua solidão. Quilômetros abaixo do mar, um vulcão fêmea ouve as músicas e acaba se apaixonando.

O curta-metragem que será exibido nos cinemas antes do filme "Inside Out", novo longa de Pete Docter (Monstros S.A., Up! Altas Aventuras) que estreia 19 de Junho de 2015 nos Estados Unidos e em 2 de Julho no Brasil.

Guardiões da Galáxia | Novo arco dos heróis nos quadrinhos mostrará o planeta dos simbiotes


Depois de debutar nos cinemas e conquistar um legião de fãs os Guardiões da Galáxia seguem firme com sua nova série mensal nos quadrinhos indo aonde nenhum heróis jamais esteve no universo Marvel.

O novo arco de histórias da trupe se chamará Planeta dos Simbiontes e vai levar os guardiões ao planeta natal da criatura conhecida como Venom. O arco irá se iniciar em Guardians of the Galaxy #21, quando o Agente Venom – Flash Thompson (atual o hospedeiro do simbionte alienígena) que atualmente faz parte da equipe dos Guardiões da Galáxia, conseguiu transformar o simbiote em algo benigno, agora o que irá acontecer quando ele estiver no planeta de origem da criatura rodeado de outros parasitas iguais a ele ou até piores?

Guardians of the Galaxy # 21 conta com enredo de Brian Michael Bendis e arte de Valerio Schiti, e chegas em novembro deste ano.

Para quem não sabe ou esteve no planeta dos simbiotes todo este tempo, o famoso simbionte foi criado como o “uniforme alienígena do Homem-Aranha”, em The Amazing Spider-Man # 252, em 1984, durante o crossover Guerras Secretas. Sua verdadeira origem foi contada em Secret Wars #8 e ele virou o vilão Venom em The Amazing Spider-Man # 299, em 1988.

Guardiões da Galáxia | Panini irá relançar o começo dos heróis!


Desde que foi anunciado pela Marvel Studios Guardiões da Galáxia foi visto como um tiro no escuro e uma das apostas mais arriscadas do estúdio. Eis que o filme estreia e como eu e você (e quem mais foi assistir) ele foi um tremendo sucesso, sendo um dos maiores acertos do estúdio até hoje, e expandindo ainda mais o seu universo nos cinemas.

Para aproveitar toda essa onda de popularidade a Panini irá publicar todo um encadernado especialmente direcionado aos Guardiões. Como todos bem sabem (ou não) os Guardiões já tiveram muitas formações, mas o material escolhido para a edição focou na nova formação  (e uma das mais divertidas) de 2008 criada pelos roteiristas Dan Abnett e Andy Lanning, com ilustrações de Paul Pelletier.

Neste volume (o 1º de muitos, se assim comprarmos) a equipe enfrenta um perigo de proporções colossais: após a violenta investida do ser cósmico chamado Aniquilador, e de uma tentativa de conquista pelos organismos coletivos da Falange, o universo se encontra bastante fragilizado. Impérios caíram, raças chegaram à beira da extinção e a destruição total parece iminente. É nesse cenário dantesco que Peter Quill, mais conhecido como Senhor das Estrelas, decide que é necessário formar um grupo para proteger toda a existência. Sendo assim, ele reúne alguns dos mais poderosos seres que o universo já viu. Adam Warlock; Drax, o Destruidor; Gamora; a nova Quasar, Phyla-Vell; Mantis; Groot; e, claro, Rocky Racoon.

Guardiões da Galáxia – Edição Especial chegará as bancas com 148 páginas reunindo as edições de 1 a 6 da revista Guardians of the Galaxy, com formato bacaninha com capa cartão, miolo LWC e preço digestível de R$ 19,90.